Magistrado entendeu que permanecem os fundamentos legais para manter a prisão do ex-deputado, investigado por suposto envolvimento na fuga de 16 detentos do Conjunto Penal de Eunápolis.
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| Ex-deputado federal é investigado por suposto envolvimento na fuga de detentos em Eunápolis |
A Justiça da Bahia decidiu manter a prisão preventiva do ex-deputado federal Uldurico Júnior, investigado por suposto envolvimento na fuga de 16 detentos do Conjunto Penal de Eunápolis.
A decisão rejeita o pedido apresentado pela defesa para revogar a prisão ou substituí-la por medidas cautelares menos severas, como a prisão domiciliar.
Na avaliação do juiz responsável pelo caso, continuam presentes os requisitos legais que justificam a manutenção da medida cautelar enquanto as investigações prosseguem.
Defesa buscava revogação da prisão
Os advogados do ex-parlamentar solicitaram a revogação da prisão preventiva, argumentando pela adoção de medidas alternativas. O pedido, entretanto, foi negado.
Com a decisão, Uldurico Júnior permanece custodiado no sistema prisional baiano enquanto responde às acusações apresentadas pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA).
Entenda a investigação
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| Unidade prisional foi palco da fuga de 16 detentos investigada pelo MP. |
Segundo o MP-BA, o ex-deputado é investigado por suposta participação em um esquema que teria facilitado a fuga de 16 presos do Conjunto Penal de Eunápolis, ocorrida em dezembro de 2024. As investigações apontam que ele teria negociado vantagem financeira para colaborar com a ação criminosa. O ex-parlamentar nega as acusações por meio de sua defesa.
Prisão ocorreu durante operação do MP
Uldurico Júnior foi preso em abril deste ano durante a Operação Duas Rosas. O mandado de prisão preventiva foi cumprido enquanto ele estava hospedado em um hotel em Praia do Forte, no município de Mata de São João.
Após a prisão, ele foi encaminhado ao sistema prisional de Salvador, sendo posteriormente transferido do Centro de Observações Penais para uma cela comum no Complexo Penitenciário Lemos Brito.
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| Decisão manteve a prisão preventiva durante o andamento das investigações. |
O que acontece agora
Com a negativa ao pedido da defesa, o processo segue em tramitação na Justiça baiana.
A investigação conduzida pelo Ministério Público continua reunindo provas sobre a suposta atuação dos envolvidos na fuga dos detentos. Eventual condenação ou absolvição dependerá da análise das provas produzidas ao longo da ação penal e do devido processo legal.
Até decisão definitiva, prevalece o princípio constitucional da presunção de inocência.



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